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31M: o Brasil vai parar contra as reformas de Temer!

Depois de um 15 de março onde milhares de trabalhadores brasileiros foram às ruas contra a reforma da previdência que o governo de Michel Temer tenta aprovar a todo custo no congresso nacional, amanhã, sexta-feira (31/03), as ruas voltarão a se encher com mobilizações populares das juventudes, servidores públicos, operários, camponeses, LGBTs, mulheres, indígenas contra a agenda de ataques que as elites dominantes tentam enfiar goela abaixo do povo através do governo ilegítimo de Temer.

Ocorrerão atos públicos em praças e ruas de pelo menos 10 grandes capitais brasileiras e várias outras cidades mobilizados pela Frente Povo Sem Medo, Bloco de Esquerda Socialista e Frente Brasil Popular. A mobilização aponta direto para a construção de um greve geral no país organizando a classe trabalhadora para derrubar o governo de Michel Temer e seus ataques aos nossos direitos.

Nada mais justo que o povo organizado tome às ruas para defender seus direitos. A reforma da previdência de Temer visa estabelecer a idade mínima de 65 anos de idade entre homens e mulheres e ainda aumentar para 49 anos o tempo de contribuição para podermos nos aposentar com 100% do salário. Pior ainda são as perdas dos servidores públicos, que hoje, devido às lutas das categorias, têm um regime especial de aposentadoria, e se aprovada a reforma estariam na mesma situação de precarização da previdência que os demais trabalhadores brasileiros.  Para mais informações sobre a reforma trabalhista veja este infográfico.

Somada a reforma da previdência, a reforma trabalhista, proposta formulada pelas entidades patronais da burguesia no Brasil visa atacar diretamente os direitos da classe trabalhadora conquistados na CLT – Consolidação das Leis Trabalhistas e a própria organização dos trabalhadores. Com uma proposta desavergonhada de prevalecer o “negociado pelo legislado” essa mudança pode acabar com as mais básicas conquistas, como o 13º salário, férias remuneradas. É por óbvio que com a possibilidade de “negociar” diretamente com o trabalhador, num momento em que os índices de desemprego estão cada vez mais altos, os patrões irão retirar paulatinamente tudo o que conquistamos em séculos de organização popular no Brasil. Juristas garantem que reforma trabalhista é inconstitucional, veja link.

Por isso nos somamos aos movimentos sociais que amanhã estarão nas ruas, mobilizados e construindo a necessária greve geral no Brasil contra os ataques de Michel Temer. Junte-se a esta caminhada, procure em sua cidade onde ocorrerão as manifestações e venha pra luta!

 Veja o calendário de mobilizações nas capitais país:

fpsm ato nacional

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