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100 FORMAS DE PARTICIPAR DA GREVE

O 8 de março, Dia Internacional de Luta das Mulheres, já passou, mas a nossa luta, não. O feminismo é para todos e para todos os dias e, por isso, a Setorial de Mulheres do Subverta apresenta essa contribuição ao debate sobre a greve de mulheres. Trata-se da tradução do documento “100 formas de participar da greve”, escrito e divulgado pelas chilenas da Coordinadora Feminista 8M. 

O documento é uma fonte de inspiração e ideias para a agitação e propaganda feministas não só na construção de uma greve de mulheres, mas também para o nosso cotidiano de lutas. Optamos por não fazer adaptações de nomes na tradução, então algumas pessoas e entidades referem-se à realidade chilena, mas é fácil pensar em equivalentes da realidade brasileira. Há, inclusive, a citação a nossa companheira Marielle Franco, executada junto com seu motorista Anderson no dia 14 de março de 2018.

Com essa tradução, esperamos contribuir para a luta transfronteiriça das mulheres trabalhadoras, anticapitalistas e ecossocialistas.

Card colorido, fundo roxo. Logo da setorial de mulheres no canto superior esquerdo, logo do Subverta no canto inferior esquerdo. 
Texto “100 formas de participar da greve Tradução do documento escrito e divulgado pelas chilenas na Coordinadora Feminista 8M”. 
Duas grandes flores em tons de rosa e roxo no canto inferior direito, abaixo de um torso de mulher usando blusa preta com a faixa “nosotras paramos”

100 FORMAS DE PARTICIPAR DA GREVE

Neste 8 e 9 de março

-Dia Internacional das Mulheres Trabalhadoras- nos declaramos em greve em todos os espaços em que habitamos e nas atividades que realizamos todo dia.

– Nos erguemos de dentro das casas, dos trabalhos, do transporte público, dos bairros, das escolas, das ruas, no campo, interior e cidades.

A Greve Geral Feminista é um processo que não se inicia ou termina no 8 de março, mas sim convidamos a construirmos juntas uma jornada de múltiplas formas de expressão, protestos e mobilização das diversas mulheres trabalhadoras, dissidentes e suas comunidades.

“É por isso que convocamos a Greve:

NOS CUIDADOS,

já que são trabalhos não remunerados que recaem principalmente sobre os ombros de mulheres até a velhice, em condições de precarização e sem seguridade social. Se as mulheres deixam de criar e cuidar, a sociedade para!

NO TRABALHO ASSALARIADO FORMAL E INFORMAL,

pela carência de direitos trabalhistas, pelo fim do teletrabalho e terceirização, pelo fim da precarização dos trabalhos de maior presença de mulheres (limpeza, call center, vendas, agronegócio, etc.), pela baixa sindicalização de mulheres, pelo assédio sexual e trabalhista, por jornadas de trabalho que permitam o tempo livre e salários dignos, pelas diferenças salariais em um mesmo cargo.

NO CONSUMO,

já que são nas grandes distribuidoras, bancos, comércio, shoppings, cadeias de supermercados, agrícolas, entre outras, onde se concentra o maior volume de circulação de dinheiro, são parte ativa da precarização das condições de trabalho de seus funcionáries, promovem a cultura sexista, incentivando endividamento e o consumismo. É por isso que convidamos a um boicote ao não consumir em grande escala no 8 de março.

NAS ESCOLAS,

pelo fim do sexismo na educação e por planos integrais de educação sexual, pelo fim da educação como mercado, pelos direitos docentes, pelo direito à educação pública cuja qualidade não dependa do dinheiro que se pode pagar”.

GREVE DE CUIDADOS:

  1. Organizar cozinhas/creches comunitárias, onde os cuidados se exerçam de maneira coletiva e se reflita sobre esses trabalhos e valor para além do 8M.
  1. Organizar pontos de cuidados de menores de idade e dependentes a cargo dos homens para facilitar que todas as mulheres possam efetivamente participar da Greve.

3. Encarregar os homens da sua família ou círculo social das tarefas de cuidado durante o 8M/9M e impulsionar essa atitude nos outros dias.

4. Se você é cuidadora e não pode deixar suas tarefas nesse dia, mostre seu apoio à Greve com um cartaz do lado de fora da sua casa que visibilize o trabalho de cuidados e doméstico que você realiza em casa, ou use uma faixa roxa no pulso como símbolo de adesão.

5. Criar vínculo com centros sociais, comunitários e associações de bairro para que participem da Greve, organizando espaços de cuidado (alimentação, cuidado de crianças, de idosos e dependentes) para que suas cuidadoras participem da Greve.

6. Se você pode parar nesse dia, almoce com sua avó ou outra mulher mais velha e conversem sobre sua história, a vida das mulheres e suas lutas.

7. Organizar banquetaços em espaços públicos para convocar mulheres que trabalham em suas casas para conversar sobre a Greve e suas histórias.

8. Organizar com suas vizinhas acampamentos em lugares públicos com a frase “Mulheres descansando, não perturbar” ou “Mulheres em Greve”.

9. Nas casas, colocar cartazes oficiais ou fazer seus próprios cartazes com as palavras de ordem da Greve.

10. Campanha “Pendure seu avental”: especialmente em zonas rurais, pendurar nossos aventais fora de casa (em janelas e varandas) ou em bancas de feira.

11. Ler contos feministas para crianças e criar espaços para a participação delas.

GREVE TRABALHISTA:

COMECE ANTES

12. Ir ao trabalho com a faixa violeta no pulso para mostrar sua adesão à Greve quando não puder parar nos dias 8 ou 9 de março.

13. Ir ao trabalho com uma camiseta de convocação da Greve para mostrar sua adesão, mesmo se não puder parar no dia 8 ou 9. Usar a camiseta nos dias anteriores.

14. Reunir-se com colegas de trabalho e tirar fotos com cartazes oficiais ou com seus próprios cartazes que falem da Greve e de questões trabalhistas para divulgação nas redes.

15. Com antecedência, conversar com suas companheiras sobre o 8 de março e entregar panfletos durante o intervalo, saída ou quando achar conveniente.

16. Transformar momentos de café-da-manhã ou almoço em espaços coletivos de conversa e reflexão sobre o significado do 8 de março e que sirva como agitação para a Greve.

17. Mesmo quando não puderem parar, organize com suas companheiras ações de agitação e reflexão nos saguões dos locais de trabalho.

PARA O 8 E O 9 DE MARÇO:

18. Paralisação total em locais de trabalho assalariado durante todo o 8M e 9M.

19. Paralisação total em hospitais e consultórios, coordenando com organizações da comunidade para cobrir serviços mínimos e “turnos éticos” (para manter serviços de emergência).

20. Paralisação parcial em locais onde os pontos anteriores não sejam possíveis. Convocar greve de braços caídos por tempo determinado ou por interrupção de momentos da jornada.

21. Combinar com companheiras para faltarem de forma massiva ao trabalho.

22. Combinar com companheiras para se retirarem uma ou duas horas antes dos locais de trabalho.

23. Fazer uma solicitação em massa para que os dias 8 e 9 de março sejam concedidos como “dias administrativos” (no Chile, são faltas abonadas para que os funcionários passem mais tempo com a família, cuidem de imprevistos ou pendências administrativas, como ir ao banco, ou façam mudança de casa) nos locais de trabalho do setor público onde não seja possível convocar paralisação total.

24. Levar nosses filhes ao trabalho, visibilizando a dupla jornada.

GREVE DE CONSUMO:

25. Diminuir o consumo de produtos nos dias anteriores e posteriores ao 8 e 9 de março.

26. Não comprar no comércio tradicional nos dias 8 e 9 de março (shopping, supermercados etc.)

27. Não comprar nem consumir nenhum produto ou serviço além daqueles imprescindíveis para a sobrevivência e ativismo desse dia.

28. Comprar de comércio ambulante, feiras ou armazéns do bairro caso precise.

29. Não carregar o bilhete do transporte público.

30. Não abastecer o carro.

31. Evadir em massa o transporte público.

32. Não realizar transações bancárias nem tirar dinheiro dos caixas automáticos.

33. Expor e boicotar empresas que promovem estereótipos sexistas e racistas.

34. Expor e boicotar brinquedos ou produtos do comércio que promovam sexismo.

35. Expor e boicotar empresas com práticas antissindicais, de assédio sexual, de exploração infantil e de alto impacto ambiental.

36. Fazer concentrações dentro de supermercados e shoppings agitando a Greve e para ter momentos junto com as mulheres trabalhadoras desses lugares que não puderam parar.

37. Fazer performances simbólicas em frente a shoppings e supermercados.

38. Fazer intervenções em espaços e vitrines de comércios sexistas com propaganda de demandas da Greve.

39. Promover jornadas de troca e feiras livres, antes e depois do 8 e 9 de março.

40. Escrever em notas de 5.000 pesos (da Gabriela Mistral) com palavras de ordem do 8 de março e/ou frases alusivas ao lesbianismo.

41. Organizar compras coletivas de alimentos todo início de mês por grupos de mulheres em feiras e mercados alternativos.

JORNADA DE PROTESTO E VISIBILIZAÇÃO:

NOS LOCAIS DE TRABALHO

42. Reunir-se com suas colegas de trabalho durante o café da manhã ou almoço para pintar cartazes para a marcha.

43. Exibir faixas com palavras de ordem da Greve nos espaços de trabalho.

44. Organizar debates e oficinas com o objetivo de divulgar a Greve e seus motivos, e conseguir levar a mensagem do 8 de março ao maior número de trabalhadoras.

45. Organizar atividades públicas com mulheres dos locais de trabalho próximos ao seu.

46. Se você trabalha em um museu, biblioteca ou galeria, marcar todas as obras feitas por mulheres e aquelas que, ao contrário, evidenciam conteúdo sexista.

47. Se você trabalha em uma rádio, tocar apenas músicas de mulheres nos dois dias.

48. Se você trabalha em uma livraria ou biblioteca, deixar nas vitrines e mesas somente livros de mulheres.

NOS BAIRROS

49. Organizar comitês de greve no seu bairro para preparar o 8 e 9 de março.

50. Conversar sobre a Greve com mulheres que trabalham em armazéns do seu bairro e entregar-lhes folhetos/cartazes da Greve para que os coloquem em um lugar visível.

51. Organizar jornadas de reflexão e formação sobre feminismo, antes, durante e depois do 8 e 9 de março.

52. Ir à feira na semana anterior e distribuir panfletos explicando o 8 de março às mulheres.

53. Realizar concentrações e conversar com as vizinhas em diferentes esquinas do bairro nos dias anteriores.

54. Organizar homenagem (com velas) às que já não estão entre nós.

55. Realizar panelaços com as vizinhas nos dias que julgarem convenientes, antes do 8 de março.

56. Unir-se ao chamado ao panelaço no dia 7 de março às 21 horas.

57. Organizar com suas vizinhas colagens de cartazes da Greve com frases alusivas ao 8 de março.

58. Promover festivais e carnavais feministas durante os dias 8 e 9 de março e no final de semana seguinte.

59. Pintar murais e stencils no seu povoado/região/cidade convocando à Greve.

60. Criar vídeos e fotografias com as experiências de vida das mulheres e feministas do bairro.

61. Pendurar faixas com as palavras de ordem da Greve nas casas, monumentos, praças e centros comunitários.

62. Pendurar do lado de fora de sua casa, local de trabalho ou estudo bandeirolas feitas com sutiãs.

63. Pendurar do lado de fora de sua casa, local de trabalho ou estudo bandeirolas feitas com panos de prato, chamando atenção para o trabalho doméstico.

64. Tomar banho em piscinas públicas.

65. Trocar os nomes das ruas principais de sua região/povoado/bairro/cidade por nomes de mulheres, conhecidas ou desconhecidas; ou, ainda, com datas de marcos da luta feminista.

NO CAMPO:

66. Compareça aos bandeiraços rurais que convocam as mulheres à luta, que são convocados pelo movimento de mulheres rurais e indígenas (ANAMURI) em todas as localidades.

67. Unir-se ao chamado a panelaços em todos os territórios no dia 7 de março às 21 horas.

68. Organizar panelaços para antes e durante os dias 8 e 9 de março.

69. Organizar momentos de conversa entre mulheres em praças.

70. Organizar momentos de abraços coletivos em lugares públicos durante os dias 8 e 9 de março.

71. Prestar assistência às rádios rurais e locais para fazer a mensagem chegar a mais mulheres, antes e durante o 8 e 9 de março.

72. Organizar espaços de troca, intercâmbios de sementes ou grandes compras de pequenas produtoras.

EM TERRITÓRIOS DE RESISTÊNCIA OU ZONAS DE SACRIFÍCIO

73. Convocar concentrações/atos pela verdade e justiça para Macarena Valdés e homenagens às lutadoras sociais de dos povos em resistência.

74. Promover espaços de diálogo entre mulheres indígenas e não indígenas com a finalidade de repensar a história, dialogar sobre soberania/autodeterminação e compartilhar saberes. Organizar esses espaços também nas cidades.

75. Organizar espaços de diálogo em lugares públicos sobre a importância do Bem Viver e da defesa dos territórios para as mulheres e comunidades.

76. Organizar espaços de reflexão junto a outras mulheres em praças públicas para conversar a respeito do protagonismo das mulheres nas lutas em defesa dos territórios.

77. Organizar concentrações/atos em frente a empresas ou instituições estatais responsáveis pelos conflitos socioambientais e pela repressão dos povos e localidades.

78. Convocar atos ou comícios nos dias 8 e 9 de março às 11 da manhã pelo direito à água.

79. Organizar cozinhas comunitárias que convoquem todas as mulheres e crianças da região.

80. Convocar em massa para plantar flora nativa em zonas devastadas pelo agronegócio.

81. Organizar assembleias do lado de fora de centros de saúde pública e privada que estão localizados em zonas de sacrifício e convidar as pacientes e trabalhadoras da saúde a participar.

NAS RUAS

82. Fazer barricadas e marchas nas ruas para impedir a circulação nas cidades.

83. Convocar comícios e manifestações em frente às instituições responsáveis pela precarização e difundir nossas demandas (Ministérios, Tribunal Constitucional, Sernameg, Sociedade Nacional de Agricultura, promotorias etc.)

84. Divulgar demandas por meio de intervenções e performances criativas em locais públicos.

85. Realizar atos públicos em memória de todas as lutadoras de nossa história. 

86. Panfletar em estações de metrô e principais pontos de ônibus no horário de pico.

87. Riscar a publicidade sexista na rua com um chamado à Greve.

88. Entrar em ônibus e metrôs com um megafone e usá-lo para falar da Greve.

89. Colar adesivos que falem da Greve nos pontos de ônibus.

90. Pintar os carros/janelas com as palavras de ordem da Greve.

91. Fazer murais com as palavras de ordem da Greve e em homenagem a mulheres trabalhadoras.

92. Colocar lenços verdes em estátuas e monumentos de lugares públicos.

93. Atirar panfletos dos telhados dos prédios.

94. Pendurar faixas com as demandas e palavras de ordem da Greve nas principais pontes e passarelas da cidade, rodovias, edifícios e espaços públicos.

95. Compartilhar momentos de conversa e companheirismo com as mulheres que encontre ao longo do dia, conversar sobre a importância da organização entre mulheres.

96. Organizar almoços coletivos em espaços públicos e praças.

97. Realizar homenagens às mulheres que foram mortas no ano, vítimas de feminicídios, e às mulheres que, sendo lutadoras sociais, foram assassinadas com impunidade (Macarena Valdés, Marielle Franco, Berta Cáceres etc.). Por exemplo: silhuetaços (desenhos de silhuetas no chão).

98. Convocar/comparecer a marchas unificadas de cada cidade ou território.

NOS ESPAÇOS EDUCATIVOS

99. Realizar jornadas de agitação anteriores ao 8M, passando pelas salas de aulas para convidar que as pessoas se somem à Greve.

100. Organizar antes, durante e depois do 8M e do 9M espaços de formação e reflexão feminista.

101. Realizar jornadas de divulgação dos protocolos de gênero, caso eles existam, ou criá-los onde seja necessário.

102. Pendurar faixas e fazer cartazes para encher o estabelecimento com as palavras de ordem da Greve.

103. Parar durante a jornada do 8M e do 9M e realizar atividades conjuntas entre estudantes, professoras e funcionárias.

104. Ocupar os estabelecimentos educacionais e colocá-los a serviço da organização territorial nesse dia.

105. Se você trabalha em uma escola e terá que dar aulas, use-as para explicar a origem histórica do 8M, a história do movimento feminista e para visibilizar o papel de mulheres e dissidentes na sua disciplina.

NAS REDES SOCIAIS E MEIOS DE COMUNICAÇÃO ALTERNATIVOS

106. Espalhar palavras de ordem da Greve em todos os idiomas que existem no país e também na língua de sinais.

107. Articular rede colaborativa de cobertura por rádio com mulheres para difundir tudo o que acontecer no 8M e no 9M.

108. Divulgar as greves e paralisações de mulheres que se realizam ao redor do mundo.

109. Mudar o papel de parede, de perfil e imagens de redes sociais por propaganda da Greve.

110. Tirar fotos vestindo o lenço verde e subi-la nas redes, aderindo à Greve do 8M/9M.

111. Colocar lenços verdes em seus animais de estimação e compartilhar fotos.

112. Mudar a letra das suas músicas favoritas para incluir o chamado à Greve e suas demandas. Gravá-la e subi-la nas redes sociais.

113. Fazer um grande tuitaço nesse dia para divulgar a Greve 8M.

114. Se for boa em computação, realizar boicote cibernético ou hackeamento das páginas das principais entidades responsáveis pela precarização das vidas das mulheres.

115. Ligar nas rádios e, em vez de mandar recados a pessoas, fazer um chamado à Greve, principalmente para interromper programas de conteúdos sexistas.

116. Gravar e fotografar ações para preservar o registro histórico (não grave nem fotografe rostos em ações diretas).

OUTRAS

117. Entregar um panfleto explicativo da Greve e seu programa a cada pessoa que nos deseje um “Feliz Dia da Mulher”.

118. Usar pijamas o dia inteiro.

119. Entrar protestando com mais mulheres em celebrações e atos oficiais do “dia da mulher” para chamar as pessoas a se organizarem e lutarem contra a precarização de nossas vidas.

120. Em vez de dizer “Feliz Dia da Mulher”, cumprimentar as mulheres com “Hoje nos colocamos em greve”.

121. Programar 10 minutos em que todas as mulheres do Chile parem o que estão fazendo em suas casas, bairros, ruas, serviços, escolas ao mesmo tempo.

122. Marcar uma hora de abraço coletivo com suas companheiras no trabalho, na rua, onde você estuda, em seu bairro.

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