A solidariedade com a população atingida é imperativa, mas a compreensão da catástrofe no momento não pode ser despolitizada. O cenário de guerra atual, como está sendo descrito pela população, não ocorre por acaso, é o resultado da negligência do poder público com a emergência climática. A calamidade vivida no Rio Grande do Sul é gerada pelo desmonte das políticas ambientais, pelos diversos avisos e planos de ação de cientistas ignorados, pelo negacionismo climático, pela precarização e privatização de serviços públicos.
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